Vítima de estupro diz que irmão do ex-goleiro Bruno a ameaçou de morte
'Rodrigo falou para não olhar para trás, pois me mataria', diz vítima.
Mulher do suspeito diz que ele não tem advogado e não quis dar entrevista.
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"Ele disse que me levaria novamente no gerente do supermercado, mas
depois sacou a arma, me mandou tirar a roupa e ficar calada. Após o
abuso o Rodrigo falou para não olhar para trás, pois me mataria e se o
denunciasse à polícia, iria na minha casa fazer o mesmo com minha mãe",
revelou a jovem.- Irmão do ex-goleiro Bruno é preso por suspeita de abuso sexual no Piauí
Para a mãe da vítima, identificada apenas como Cristiane, o irmão do ex-goleiro Bruno tinha o crime esquematizado pois estava há três semanas tentando aproximar-se da sua filha. "Como nós somos muitos conhecidas por vendermos bombons em um semáforo do bairro Dirceu (Zona Leste) foi fácil abordá-la. Ele apresentou-se como Rodrigo, que trabalhava em uma agência de emprego e ofereceu um trabalho em uma rede de supermercado para minha filha. Inocente, ela deu o número do meu celular para marcar de ir na minha casa pegar o currículo dela", contou.
Cristiane relata que o acusado ligou no dia seguinte e como havia dito ser funcionário de uma agência de emprego, pediu uma vaga para ela e um irmão da igreja. A mãe da vítima destaca ter estranhado o sumiço do suspeito após o pedido dela, mas dois dias depois retornou a ligação para saber como faria para entregar o currículo da filha.
"Quando eu liguei cobrando, ele falou ser um homem muito ocupado, que tinha muitas reuniões, no entanto três dias depois apareceu lá em casa e pegou o currículo dela. Novamente ele foi falando que a levaria para conhecer o gerente do supermercado, mas chegando lá esta pessoa não estava. Então o Rodrigou apontou duas outras mulheres e declarou ter arrumado as vagas delas", lembrou.
Sem desconfianças
A mãe explica que até a semana passada acreditava na história contada por Rodrigo, até ele passar de moto no seu local de trabalho, por volta das 15h dessa quarta-feira (11), alegando precisar levar a jovem pela segunda vez na rede de supermercado para conversar com o gerente.
"Minha filha declarou ter estranhando ao perceber que tinha passado do estabelecimento e quando questionou para onde ele a levaria, o rapaz disse estar no caminho certo e minutos depois parou a moto falando que estava com problema", comentou Cristiane.
De acordo com a vítima, após parar o veículo Rodrigo teria lhe xingado e mandado ela passar o celular, mas ao contar que não tinha o objeto, pois era pobre, o suspeito mostrou a arma e a abusou sexualmente.
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