Sou daquelas mulheres que não desistem”, diz Dilma
Presidenta falou sobre à ditadura militar e reforçou iniciativas de combate à corrupção
Por Agência PT de notícias PARA BLOG WILSON SANTOS PARNAÍBA (PI)
Sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
A presidenta Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer receberam, na noite desta quinta-feira (18), o diploma eleitoral para o segundo mandato, que vai de 2015 e 2018. Em cerimônia no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Ímpeto, coragem e determinação não nos faltam. E nunca nos faltarão”, afirmou ela.
“Sou daquelas mulheres que não desistem, nem se deixam vencer pelas adversidades. Sou daquelas mulheres que dedicam toda sua existência, e são capazes de dar a vida, por amor à sua família, ao seu povo e ao seu País”, completou.
Em um discurso marcado pela emoção, a presidenta destacou este momento em que o Brasil vivencia a verdade.
“Temos a felicidade de estar vivendo em um País onde a verdade não tem mais medo de aparecer e onde as pessoas enfrentam a verdade sem medo”, afirmou Dilma.
Ela lembrou da entrega do relatório da Comissão Nacional da Verdade na última semana e falou sobre o ímpeto do governo em revelar e punir os casos de corrupção que são descobertos.
“Já a corrupção, como outros pecados, está entranhada na alma humana e cobra de nós a permanente vigilância. Não é defeito ou vício exclusivo de um ou outro partido ou instituição. Tampouco é privilégio de quem compartilhe momentaneamente do poder. Trata-se de fenômeno complexo e resiliente”, afirmou.
Para a presidenta, a guerra contra a corrupção deve ser uma tarefa das instituições e uma ação permanente do governo e de toda a sociedade. “Estamos purgando, hoje, males que carregamos há séculos. Quero ser a presidenta que ajudou a tornar este processo irreversível”, afirmou Dilma.
Petrobrás – A presidenta voltou a defendeu a Petrobrás e lembrou a determinação do governo de implantar novas ferramentas de combate à corrupção. Para Dilma, é preciso saber apurar e punir sem enfraquecer a empresa nem diminuir sua importância para o presente e para o futuro.
Dilma também rechaçou as iniciativas de atacar o capital nacional. “Toda vez que se tentou, no Brasil, condenar e desprestigiar o capital nacional estavam tentando, na verdade, dilapidar o nosso maior patrimônio – nossa independência e nossa soberania. Temos que punir as pessoas, não destruir as empresas”, destacou.
“Sou daquelas mulheres que não desistem, nem se deixam vencer pelas adversidades. Sou daquelas mulheres que dedicam toda sua existência, e são capazes de dar a vida, por amor à sua família, ao seu povo e ao seu País”, completou.
Em um discurso marcado pela emoção, a presidenta destacou este momento em que o Brasil vivencia a verdade.
“Temos a felicidade de estar vivendo em um País onde a verdade não tem mais medo de aparecer e onde as pessoas enfrentam a verdade sem medo”, afirmou Dilma.
Ela lembrou da entrega do relatório da Comissão Nacional da Verdade na última semana e falou sobre o ímpeto do governo em revelar e punir os casos de corrupção que são descobertos.
“Já a corrupção, como outros pecados, está entranhada na alma humana e cobra de nós a permanente vigilância. Não é defeito ou vício exclusivo de um ou outro partido ou instituição. Tampouco é privilégio de quem compartilhe momentaneamente do poder. Trata-se de fenômeno complexo e resiliente”, afirmou.
Para a presidenta, a guerra contra a corrupção deve ser uma tarefa das instituições e uma ação permanente do governo e de toda a sociedade. “Estamos purgando, hoje, males que carregamos há séculos. Quero ser a presidenta que ajudou a tornar este processo irreversível”, afirmou Dilma.
Petrobrás – A presidenta voltou a defendeu a Petrobrás e lembrou a determinação do governo de implantar novas ferramentas de combate à corrupção. Para Dilma, é preciso saber apurar e punir sem enfraquecer a empresa nem diminuir sua importância para o presente e para o futuro.
Dilma também rechaçou as iniciativas de atacar o capital nacional. “Toda vez que se tentou, no Brasil, condenar e desprestigiar o capital nacional estavam tentando, na verdade, dilapidar o nosso maior patrimônio – nossa independência e nossa soberania. Temos que punir as pessoas, não destruir as empresas”, destacou.
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