Parcerias do ministério com entes privados são alvo de investigação da PF.
Portaria com a criação do grupo foi publicada no ‘Diário Oficial’.
O Ministério do Trabalho publicou no “Diário Oficial da União” desta
quinta-feira (12) a portaria que cria um grupo para analisar “a
prestação de contas de convênios expirados” da pasta. A medida havia
sido anunciada nesta quarta pelo ministro do Trabalho, Manoel Dias. De
acordo com a portaria, o grupo será formado por 22 servidores: 12 da
Secretaria de Políticas Públicas de Emprego do ministério e dez das
Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego nos Estado. O
coordenador do comitê ainda vai ser designado.
Nesta semana, a Operação Esopo, da Polícia Federal, revelou um suposto esquema de desvio de recursos públicos que envolvia o ministério. O secretário-executivo do ministério, Paulo Roberto Pinto, é investigado na operação e, nesta terça, pediu demissão. Dois servidores do ministério foram presos, entre os quais um assessor do ministro.
Segundo a PF, o suposto esquema de desvio de verbas públicas funcionava com a participação do Instituto Mundial do Desenvolvimento e da Cidadania, uma organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) e envolvia empresas, pessoas físicas, agentes públicos, prefeituras, governos estaduais e ministérios do governo federal. De acordo com a PF, o instituto era uma entidade de fachada contratada para realizar projetos superfaturados e que não eram executados
DO G1 PARA WILSON SANTOS
Nesta semana, a Operação Esopo, da Polícia Federal, revelou um suposto esquema de desvio de recursos públicos que envolvia o ministério. O secretário-executivo do ministério, Paulo Roberto Pinto, é investigado na operação e, nesta terça, pediu demissão. Dois servidores do ministério foram presos, entre os quais um assessor do ministro.
Segundo a PF, o suposto esquema de desvio de verbas públicas funcionava com a participação do Instituto Mundial do Desenvolvimento e da Cidadania, uma organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) e envolvia empresas, pessoas físicas, agentes públicos, prefeituras, governos estaduais e ministérios do governo federal. De acordo com a PF, o instituto era uma entidade de fachada contratada para realizar projetos superfaturados e que não eram executados
DO G1 PARA WILSON SANTOS
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