sábado, 28 de setembro de 2013

rmãos de 12 e 14 anos da Síria viram guerrilheiros após morte de parentes

Abboud e Deeb largaram escola e entraram para Exército Livre da Síria.
Eles disseram a agência que irmãos mais velhos e tio morreram no conflito.

Do G1, em São Paulo para o  blog WilsoSantos

Abboud, de 12 anos, e Deeb, de 14, em área de Aleppo, na Síria, dominada por guerrilheiros de oposição. Eles pegaram em armas depois da morte de dois outros irmãos e um tio no conflito (Foto: Muzaffar Salman/Reuters)Abboud, de 12 anos, e Deeb, de 14, em área de Aleppo, na Síria, dominada por guerrilheiros de oposição. Eles pegaram em armas depois da morte de dois outros irmãos e um tio no conflito (Foto: Muzaffar Salman/Reuters)
Dois irmãos de 12 e 14 anos abandonaram a escola e entraram para o Exército Livre da Síria, que luta contra o regime de Bashar Al-Assad. A agência de notícias Reuters registrou os garotos Abboud e Debb carregando armas junto a outros guerrilheiros de oposição em Aleppo.
Acompanhe a cobertura em tempo real.
De acordo com a Reuters, os dois garotos sírios pegaram em armas no conflito após a morte de dois outros irmãos e de um tio. As imagens foram registradas neste sábado (28). Eles estão confinados juntos de outros rebeldes na região de Sheikh Saeed, em Aleppo, no norte da Síria.
Abboud, de 12 anos, junto a outros guerrilheiros do Exército Livre da Síria (Foto: Muzaffar Salman/Reuters)Abboud, de 12 anos, junto a outros guerrilheiros do Exército Livre da Síria (Foto: Muzaffar Salman/Reuters)
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Abboud, de 12 anos, brinca com um gato em Aleppo, na Síria, onde está reunido com outros guerrilheiros de oposição neste sábado (28) (Foto: Muzaffar Salman/Reuters)Abboud, de 12 anos, brinca com um gato em Aleppo, na Síria, onde está reunido com outros guerrilheiros de oposição neste sábado (28) (Foto: Muzaffar Salman/Reuters)
Abboud, de 12 anos, entrou para o Exército Livre da Síria junto com o irmão depois da morte de parentes (Foto: Muzaffar Salman/Reuters)Abboud, de 12 anos, entrou para o Exército Livre da Síria junto com o irmão depois da morte de parentes (Foto: Muzaffar Salman/Reuters)

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