Crianças de seis meses a cinco anos devem tomar a dose, diz Fundação.
De acordo com o a Fundação Municipal de Saúde (FMS), em Teresina, as vacinas estarão disponíveis em mais de 121 postos espalhados pela cidade. “Temos as doses em todas as zonas da capital. O controle da doença só é possível se todos se vacinarem”, afirma o presidente da fundação, Luiz Lobão.
A Prefeitura de Teresina tem como meta imunizar um total de 57.140 meninos e meninas até o encerramento da campanha, no dia 21 de junho.
A FMS pede aos país para que, ao levar seus pequenos para receber sua gotinha, não esqueçam de levar o cartão de vacinação. Isso porque aqueles que, coincidentemente estejam na época de receber alguma dose do esquema previsto pelo calendário de vacinação infantil, terão à sua disposição a versão injetável da dose, com o vírus inativo.
O contato entre crianças e adultos promove a imunização indireta destes, já que quem recebe o vírus atenuado o elimina pelas fezes fazendo com que ele circule e promova a produção de anticorpos nas outras pessoas. Desta forma, todos ficam livres do risco de contrair a doença.
“Precisamos controlar esta doença que está extinta do Brasil, mas que em alguns países emergentes ainda a encontramos. Como temos vários eventos mundial é essencial que nos prevenimos para que o vírus não volte a circular pelo país”, diz Luiz Lobão.
Poliomielite
A Poliomielite é uma doença infecciosa causada pelo poliovírus, que entra na corrente sanguínea e afeta o sistema nervoso central causando paralisia dos membros e meningite. Pessoas de todas as idades podem ser infectadas com este vírus, mas especialmente as crianças pequenas. O vírus entra no organismo através do contato com substâncias contaminadas com fezes infectadas. Alguns exemplos são as privadas, mãos sujas e o contato com secreções de um indivíduo contaminado.
Dados da Organização Mundial de Saúde demonstram que entre os anos 2011 e 2012, 16 países registraram casos de poliomielite, entre os considerados endêmicos e aqueles que receberam visitantes que portavam o vírus. A doença ainda atinge números preocupantes em países como Afeganistão, Paquistão e Nigéria
fonte; g1
EDIÇÃO; BLOG WILSON SANTOS
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