sexta-feira, 26 de abril de 2013

O QUE O GOVERNO VAI DIZER ...

26/04/2013 15h29- Atualizado em 26/04/2013 15h29

Peritos do Piauí paralisam atividades no IML e no Instituto de Criminalística

Médicos legistas e peritos criminais realizam ‘Operação Padrão’.
Profissionais do estado pedem melhorias nas condições de trabalho.

Do G1 PI
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Instituto de Criminalística do Piauí (Foto: Yara Pinho/G1)Instituto de Criminalística do Piauí está com as atividades paralisadas (Foto: Yara Pinho/G1)
Nesta quinta-feira (25) os peritos criminais e os médicos legistas do Piauí iniciaram a ‘Operação Padrão’, que visa melhorias nas condições de trabalho. Segundo o presidente da Associação Piauiense dos Peritos Oficiais (APPO), Carlos Belfort, no estado faltam equipamentos e número de profissionais para atender a demanda.
“A Associação Brasileira de Criminalística determina que exista um perito para cada mil habitantes. O governo do estado desrespeita essa norma e a carência é de 599 profissionais. Fora a questão dos peritos, ainda existe a deficiência de médicos legistas. São apenas 18 para atender todo o estado”, afirmou Belfort.
Carlos Belfort, presidente da Associação Piauiense dos Peritos Oficiais (APPO) (Foto: Yara Pinho/G1)Carlos Belfort, presidente da Associação Piauiense
dos Peritos Oficiais (APPO) (Foto: Yara Pinho/G1)
Carlos Belfort explica também que por conta da paralisação, os exames de perícia e laudos cadavéricos estão suspensos por tempo indeterminado. De acordo com ele, as atividades só serão retomadas se o governador Wilson Martins assegurar o cumprimento de normas que garantem a integridade dos profissionais.
“A operação não tem previsão para terminar. Ela só acabará quando o governador nos receber e der garantias do cumprimento das normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O que o governo faz com a perícia cientifica é desumano”, disse.
Ainda de acordo com Belfort, as condições de trabalho a qual os profissionais são submetidos os expõem a um perigo eminente de vida. “Nosso interesse não é prejudicar a sociedade, mas assegurar condições de trabalho digno. Os profissionais têm suas vidas expostas diariamente”, declarou

FONTE G1
EDIÇÃO; BLOG WIOLSON SANTOS

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